13 maio 2011

-> Alumínio, o Acúmulo Prejudicial

ALUMÍNIO - ÚTIL E MORTAL 

Dr. Sérgio Teixeira

Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio...
Este metal, quando está excessivo no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo, que vai sufocar a raiz dos cabelos.
Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai perder muito cabelo. 
Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).
Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado:
o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose.
Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais...
E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de:
isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).
Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na patologia.
Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: 
anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.
Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. 
O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.
E como o alumínio entra no organismo?
Através das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo. 
Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas, devido à proibição do governo italiano. 
É que as panelas de alumínio contaminam a comida intensamente. 
Para você ter uma idéia: pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido.
Isso só ao preparar a comida. 
Se esta ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar. 
Viu por que vale a pena trocar de panelas?
Mas não é só. Sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão difundidas no Brasil?
Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais.
Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes mais de alumínio do que se estivesse na garrafa.
E além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas latinhas, como o manganês, que causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros.
Prefira SEMPRE as garrafas, OK?
Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. 
Naquela época, Napoleão III, imperador da França, pagou 150 mil libras esterlinas (mais ou menos 300 mil reais) por um jogo de talheres de alumínio.
Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas.
Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem.
Nestes, pode causar paralisia dos membros posteriores que leva ao sacrifício precoce dos animais.
www.velhosamigos.com.br/Autores/Teixeira/teixeira1.html

-> O Acúmulo dos metais pesados

OS PERIGOS DOS METAIS PESADOS
Dr. Sérgio Teixeira

O preço que a civilização nos cobra é muito alto. Na busca desenfreada do conforto e do progresso, nos esquecemos de respeitar a natureza e produzimos um alto grau de contaminação ambiental.
Entre as substâncias tóxicas que contaminam nosso organismo estão os metais pesados, os grandes geradores dos radicais livres que vão causar as doenças. Mas até minerais necessários como o cálcio podem se tornar tóxicos em excesso. A biorressonância nos permite descobri-los em seu organismo… e a homeopatia nos permite eliminá-los. Aprenda a conhecê-los e saiba o mal que eles podem causar!   


Alumínio - Dormências quando se fica na mesma posição ou se cruza as pernas;  grande oleosidade no couro cabeludo e queda de cabelos; descalcificação dos ossos e dentes causando osteoporose; depósitos no cérebro, característicos do mal de Alzheimer - estes são sintomas da contaminação pelo alumínio.
Contaminação: panelas e utensílios de cozinha (proibidos na Europa), latas de refrigerantes e cervejas, comidas congeladas em quentinhas, antiácidos, desodorantes antitranspirantes, leites e sucos de frutas em caixas forradas com alumínio, assim como máquinas de hemodiálise.

Bário - provoca retardo mental nas crianças e perda de memória nos adultos, degeneração das artérias com tendência a derrames e aneurismas, enfraquecimento do fêmur e destruição óssea do maxilar.
Contaminação: venenos para ratos, pigmentos para pintura e cerâmica, certas águas minerais, refrigerantes e cervejas em lata e alguns contrastes radiológicos.

Boro - Salivação, náuseas, vômitos, insuficiência renal, ondas brilhantes diante da vista, encurvamento dos cílios para dentro, produção de leite sem estar amamentando, regras adiantada e corrimento em clara de ovo, psoríase nas unhas e outros sintomas podem ser produzidos por excesso de boro.
Contaminação: ácido bórico usado em inseticidas e em produtos farmacêuticos como a água boricada e polvilhos anti-sépticos.

Cádmio - Causa náuseas, vômitos e diarréia em pequenas proporções, mas a intoxicação crônica pode atacar os rins, levando à perda de proteína, cálculos renais e desmineralização óssea. A perda do olfato e o câncer de próstata são outros aspectos negativos do cádmio, que também provoca hipertensão, toxemia gravídica, redução das defesas imunológicas e dificuldade de aprendizado.
Contaminação: Frutos do mar (especialmente mariscos), cigarros, tintas, soldas, plásticos, etc.

Cálcio - Embora indispensável ao organismo, o consumo excessivo de remédios  contendo cálcio causa suores ácidos na cabeça, assaduras, brotoejas, obesidade concentrada no abdome, costas e braços, tártaro e cálculos renais, assim como ansiedade e medo do futuro.
Contaminação: medicamentos à base de cálcio para pediatria, geriatria e osteoporose, como o cálcio de ostras.

Chumbo - Ataca o sistema nervoso, produzindo mania de perseguição e crueldade, tumores cerebrais, câncer de mama, convulsões, alucinações, paralisias e impotência, sem falar nas fortes dores de estômago e cólicas menstruais e intestinais, tornando as fezes finas por contração do ânus.
Contaminação: Produtos para escurecer cabelos, gasolina com chumbo, casas com canos antigos, latas de refrigerantes e cervejas e pigmentos para pintura.

Cobre - Causa asma, cãibras, epilepsia, espasmos, psoríase, hipertensão, deficiência imunológica, esquizofrenia e a doença de Wilson, que se caracteriza por degeneração do fígado e do cérebro.
Contaminação: Piscinas (filtros à base de cobre e colocação nas mesmas de sulfato de cobre e algicidas), assim como canalizações para água quente.

Enxofre - Embora seja o elemento mais encontrado nos cabelos, unhas e pele, a  intoxicação pelo enxofre causa dores na coluna e crises de ciática, aliviadas ao deitar-se de lado com as pernas encolhidas. Também causa grande calor nos pés, levando as pessoas a dormir com os mesmos descobertos. Herpes de repetição, perda da memória para nomes próprios, irritabilidade, desatenção com a aparência, falta de asseio, enurese noturna, medo de se afogar e aversão ao banho são outros sintomas da intoxicação pelo enxofre.
Contaminação: sulfas, conservantes de sucos de frutas, polvilhos anti-sépticos, cremes e sabonetes antiacne, uvas e derivados (sucos e vinhos) etc.

Ferro - Outro elemento indispensável ao organismo que não pode ultrapassar certos valores no sangue, como a ferritina (máximo 80). A administração de sulfato ferroso, comum no Brasil, é condenada pela OMS. Além de causar depósitos no fígado, o excesso de ferro facilita a entrada no organismo dos bacilos da tuberculose e da lepra, assim como dos vírus da malária, do dengue e da febre amarela. Grande ativador de radicais livres, o ferro descalcifica os ossos, causando osteoporose, cálculos renais e infartos. Além disso, a maior parte das anemias hoje encontradas não se deve à falta de ferro.
Contaminação: medicamentos contra anemia, encanamentos enferrujados, panelas de ferro, etc.

Flúor - Causa indiferença com os entes queridos, depressão por eliminar o lítio do organismo, incapacidade de assumir responsabilidades, queda de cabelo crônica, fístulas, varizes, hemorróidas, flebites, estrias, flacidez, celulite, dificuldade de cicatrização, catarata e outros problemas de saúde.
Contaminação: dentifrícios, bochechos e aplicações diretas pelos dentistas. A fluoretação da água vem sendo abandonada por vários países devido aos efeitos tóxicos deste elemento.

Fósforo - Osteoporose por perda de cálcio e magnésio, aterosclerose (obstrução  arterial), perda dos dentes e psicose maníaco-depressiva, catarata, degeneração gordurosa do fígado, predisposição a hepatite e a hemorragias são alguns dos muitos sintomas produzidos pela intoxicação por fósforo.
Contaminação: agrotóxicos e inseticidas organofosforados.

Iodo - Grande ansiedade, com súbitos impulsos a correr, à violência e até ao suicídio, são alguns sintomas mentais do excesso de iodo no organismo. Acne, cistos sebáceos, miomas e nódulos na tiróide (tiroidite de Hashimoto) são sintomas físicos desse excesso, hoje muito comuns.
Contaminação: Sal de cozinha (ao qual é adicionado iodo, obrigatoriamente, por lei de quase 50 anos atrás), xaropes de iodeto de potássio e produtos de uso local.

Magnésio - Em excesso provoca distensão abdominal por gases, intensas dores  nevrálgicas, queda de pressão, espasmos musculares, fadiga, sonolência e perda de reflexos.
Contaminação: Consumo excessivo de antiácidos, laxantes, talcos para pés, etc.

Manganês - Psicose e sintomas neurológicos como perda da expressão facial, ausência do ato de piscar, gagueira e insônia, assim como dificuldade para caminhar e falta de comando motor nas pernas, tremores nas mãos, rigidez dos membros e outros sintomas similares à doença de Parkinson: estes são alguns dos sintomas da intoxicação por manganês.
Contaminação: permanganato de potássio, fogos de artifício, cervejas em lata.

Mercúrio - A intoxicação gradativa pelo mercúrio afeta em primeiro lugar o cérebro, causando perturbações emocionais e psicológicas, acompanhadas de grande irritabilidade, falta de concentração, timidez, indecisão, cansaço e sonolência. Também é a principal causa de colites, diverticulites e lesões renais.
Contaminação: desodorantes contendo calomelano, peixes e crustáceos de rios e do mar, tintas, poliuretanos, termômetros quebrados, garimpos de ouro, etc.

Níquel - A alergia a brincos e pulseiras de bijuteria é um dos sintomas de contaminação pelo níquel, mas seu maior perigo é o câncer do pulmão e dos seios da face.
Contaminação: latas de conservas douradas, bijuterias, objetos de adorno e até pelas cordas de instrumentos musicais como o violão.

Prata - O contato persistente com a prata causa manchas cinzentas na pele do rosto, grande ansiedade, medo de altura, incapacidade de ficar parado, tendência a fazer tudo depressa e a acelerar os outros, sensação de cabeça ôca, sonhos com cobras, abismos e insetos voadores.
Contaminação: jóias de prata e produtos fotográficos.

Selênio - Tristeza e melancolia, dores de cabeça agravadas pelos perfumes, cheiros fortes ou chá, impotência e ejaculação precoce, irritação dos olhos e inflamação das pálpebras, persistente cheiro de alho na boca, irritabilidade e fadiga excessivas são todos sintomas de intoxicação pelo selênio, que atualmente é receitado abusivamente. Nas gestantes, o excesso desse metal pode provocar aborto e deformações fetais. 
Contaminação: xampus anticaspa e medicamentos antioxidantes.

Zinco - Perda da concentração e memória, repetitividade de gestos e pensamentos (balançar o pé ou a perna, enrolar a ponta do cabelo, roer unha, perguntar a mesma coisa, cantarolar o dia todo a mesma música) são características de excesso de zinco, também causa inquietação nas pernas à noite e má circulação, assim como sérias dificuldades de aprendizado escolar.
Contaminação: cremes, pomadas, talcos, xampus e até colírios contendo zinco, assim como alguns medicamentos antiestresse, antioxidantes e cálcio de ostras para osteoporose.  
Fonte: www.velhosamigos.com.br/Autores/Teixeira/teixeira5.html


-> O açúcar branco descalcifica e desmineraliza o corpo

Açúcar, Vício Moderno e Perigoso
por Emiliano Chemello e Felipe G. Pandolfo

Açúcar é alimento? Pode-se comê-lo à vontade? Muitos o restringem somente por medo de engordar. Mas afinal, como atua no nosso corpo?
O que acontece?

A sacarose, o açúcar branco, é um carbohidrato simples, um dissacarídeo. Quando ingerido se divide, metade em glicose e metade em frutose. Proporciona só calorias vazias, porque o açúcar refinado não contém nenhum nutriente. É que o refino extrai, por processo químico, a sacarose do melaço, da garapa, adicionando conservantes e clarificantes químicos para ficar solto, branco e bonito. Fibras, sais minerais, proteínas, vitaminas, tudo é eliminado com o refino! Calorias vazias induzem a uma desnutrição generalizada!

Na formação da molécula de sacarose, ocorre a condensação das moléculas de a-glicose e b-furanose, com perda de uma molécula de água, H2O formanda pelo hidrogênio do carbono 1 da a-glicose e o grupo -OH do carbono 2 da b-furanose .
A primeira parte da sacarose escapa do processo digestivo químico do corpo e se converte diretamente em glicose e causa súbita elevação de açúcar no sangue. É que as moléculas da sacarose não necessitam de digestão complexa por serem de estrutura molecular simples.

Com isso, o açúcar vai direto para o sangue e rompe o delicado equilíbrio de glicose e de oxigênio na corrente sangüínea.
Isso faz o nosso pâncreas intervir e produz insulina em quantidade para limpar o excesso de açúcar. A insulina converte a glicose em glicogênio, armazenando-o nos depósitos naturais, o fígado e os músculos, como reserva futura. Porém, a súbita retirada da glicose resulta em falta de açúcar na corrente sangüínea, em hipoglicemia! Exige a volta de glicose, e, com isso, as nossas glândulas supra-renais, então, são obrigadas a produzir hormônios para converter glicogênio estocado em glicose, que será um pré-cursor fundamental para a produção de ATP, a moeda energética de nosso organismo.

Mas isso gera um efeito montanha-russa, cujo ponto mais baixo de hipoglicemia é de duas a quatro horas após a refeição. O indivíduo sente-se cansado e volta a ter fome. Caso ele novamente comer um carboidrato simples, mais perturbações voltam a acontecer. Com o passar dos anos, a constante necessidade de insulina e as quedas no nível de glicose no sangue provocam avarias nas glândulas, por excesso de trabalho, sem falar dos efeitos no cérebro cujas células mais sensíveis, os neurônios, são afetados. O resultado em breve pode ser o colapso do pâncreas e a hiperglicemia, e significar o diabetes, bem como aterosclerose.

O açúcar refinado é um produto concentrado que o organismo não necessita, ao contrário, rejeita devido aos transtornos que causa na química do corpo. A outra metade da sacarose, a frutose tem um outro rumo no organismo. Vai produzir um acetato, a matéria-prima para a montagem das moléculas de colesterol. O vício em açúcar branco resulta numa condição superácida no organismo, que descalcifica e desmineraliza. O corpo passa a ter falta de cálcio, de magnésio, de zinco, de selênio, entre outros nutrientes protetores.

Em realidade, o açúcar branco, refinado, é uma aberração do ponto de vista alimentar. Seu consumo precisa ser moderado. Quando se precisa usar açúcar, deve-se usar o mascavo ou, pelo menos, o cristal. O açúcar mascavo dura vários meses se conservado no refrigerador.

Os jovens de hoje são cada vez mais viciados em açúcar. Já não conhecem a água pura, que é o que o corpo precisa e pede. Somente bebem água açucarada, refrigerantes. Muitos adultos estão na mesma, fogem de efeitos do açúcar e pensam proteger-se optando por adoçantes artificiais.
Texto copiado com permissão do site da Universidade de Caxias do Sul : http://www.ucs.br/

-> O Açúcar e a compulsão

Açúcar Causa Dependência Química



Pesquisadores da Universidade de Priceton, nos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que o açúcar pode viciar. Um estudo com ratos mostrou que a substância é capaz de despertar pelo menos dois dos três elementos que caracterizam a dependência química: aumento da quantidade ingerida e sintomas de abstinência. O estudo foi apresentado nesta quarta-feira no encontro do Colégio Americano de Neuropsicofarmacologia em Scottsdale, no Arizona.
Segundo o professor Bart Hoebel, houve profundas mudanças comportamentais nos animais, que receberam doses elevadas de açúcar. Além de demandarem cada vez mais doce, após um corte na oferta da substância, os ratos passaram a ingerir álcool e anfetaminas, oferecidos inicialmente em doses mínimas. Os ratos demonstraram aumento da sensibilidade aos psicoestimulantes, um dos efeitos no cérebro dos dependentes químicos.
Hoebel, que há anos pesquisa hábitos alimentares como forma de recompensa, constatou que os ratos comem mais açúcar quando estão com fome, um fenômeno semelhante ao que ocorre com dependentes de nicotina, cocaína e morfina. A pesquisa também aponta um aumento do neurotransmissor dopamina depois que os animais famintos ingeriam uma solução de açúcar. Este sinal químico aciona mecanismos de motivação e, repetidamente, levam à dependência. Após um mês, o cérebro dos animais se acostumava com os níveis elevados de dopamina e os receptores para o neurotransmissor diminuíam, enquanto os receptores para opióides aumentavam. Esses sistemas opióides e dopaminérgicos estão relacionados às estruturas de motivação e recompensa do cérebro. Mudanças semelhantes ocorrem com ratos que recebem doses de heroína e cocaína.
Quando o açúcar foi retirado, os animais demonstraram sinais de abstinência, como ansiedade, manifestada por ranger de dentes e comportamento fora do padrão. Segundo os médicos, o estudo oferece pistas para transtornos alimentares, como a compulsão.

-> O Leite não é a melhor fonte de cálcio

A Verdade Sobre o Leite de Vaca

       Apesar de sempre presente na mesa, leite e derivados trazem mais malefícios do que benefícios ao ser humano

Fonte de cálcio, proteínas, vitaminas e minerais. Muitas qualidades vêm sendo atribuídas ao leite de vaca e seus derivados, tornando-os alimentos de consumo diário da maioria da população. "Somos os únicos mamíferos que, após o desmame, continuamos consumindo leite e ainda o consideramos saudável e completo para todas as idades", ressalta Juliana Garcia, nutricionista da Clínica Contato.

De fato, o leite de vaca apresenta uma série de nutrientes, entretanto, muitos deles não são aproveitados com eficiência pelo organismo humano. "O leite de vaca contém fatores imunológicos de ótima qualidade, mas para o bezerro. Esses fatores só funcionam para a mesma espécie e, mesmo que pudessem ser úteis ao ser humano, são destruídos pela armazenagem e fervura", observa Juliana.

Uma grande desvantagem do leite para o consumo humano é a intolerância à lactose, que atinge 75% da população mundial. Esse problema acontece quando a pessoa tem dificuldade para digerir o açúcar do leite e acaba apresentando diversos sintomas como flatulência, diarréia, dor e desconforto abdominal. Mas a lactose não é o único componente que traz transtornos ao organismo. "A proteínas presentes no leite de vaca têm uma composição diferente das presentes no leite humano e, por isso, não são digeridas adequadamente no nosso corpo", explica a nutricionista. Assim, o organismo reconhece a presença de um agente estranho e defende-se, gerando um processo inflamatório, que pode provocar reações como dermatite, rinite, gastrite, sinusite, otite, entre outros.

A quantidade de proteínas no leite de vaca também é muito maior do que no leite humano e acidifica o PH sangüíneo. "Com isso, o rim é sobrecarregado e o cálcio é mais facilmente excretado na urina", frisa. Aliás, o leite de vaca apresenta três vezes mais cálcio do que o leite humano, mas isso não significa que ele seja absorvido adequadamente pelo organismo, pois sua absorção depende de outros minerais que estão em quantidade mínima no leite de vaca. "O consumo desequilibrado de leite de vaca facilita diversas reações alérgicas, intoxicação e transtornos funcionais, inclusive, osteoporose", alerta.

O leite, ao contrário do que muitos pensam, não é a melhor fonte de cálcio. A maior parte dos vegetais, especialmente os de cor verde-escura e os feijões, têm uma proporção parecida com a do leite humano, o que oferece um equilíbrio do mineral com outros nutrientes também indispensáveis. "Por isso, é fundamental o consumo diário de alimentos como frutas, vegetais de folhas verdes e legumes", orienta a nutricionista.


Leite de soja
O extrato de soja, mais conhecido como "leite de soja", pode ser uma opção saudável para o consumo humano, apesar de não substituir o leite. É um alimento rico em nutrientes, como proteínas, fibras, minerais e ácidos graxos poliinsaturados. "Além disso, o leite de soja não contém colesterol nem apresenta a lactose, responsável pela diarréia, gases e mal-estar", comenta a nutricionista. É importante ressaltar, entretanto, que a proteína de soja também pode causar alergia em algumas pessoas e o consumo diário adequado deve ser de, no máximo, dois copos.

02 maio 2011

-> Alimentação à base de cozidos, um grande mal à saúde

Desintoxicação é Uma Forma de Cura  

Tags: desintoxicação  sintomas  mucos  febre  Victoria Boutenko 

Por Victoria Boutenko

Quando comemos alimentos cozidos pela primeira vez, quando ainda bebês,  a primeira camada de muco é criada no nosso organismo.
Uma parte do muco é formada como um filamento ao longo do aparelho digestivo, enquanto o restante fica acumulado num lugar mais conveniente, os pulmões. Esse muco não pode ficar nos pulmões permanentemente, então, eles usam um mecanismo similar à peristalse, para se livrar do muco. É como milhões de pequenos dedos na sua  superfície, que trabalham como um cinto móvel fazendo a limpeza. Este mecanismo leva porções do muco dos pulmões até o nariz: é quando vemos os bebês com o nariz escorrendo.
Quando alimentamos um bebê com alimentos que formam muco, o bebê tem corisa o tempo todo.  É o seu corpinho tentando expulsar o muco. É a natureza agindo. Todo excesso do muco seria evacuado através do nariz do bebê e os pulmões ficariam limpos, se deixássemos que isso acontecesse.
Porém, o que é que nós fazemos quando vemos o nariz do nosso bebê escorrendo? A reação típica é, “oh! meu bebê está com coriza. A pele em volta do narizinho dele está tão irritada. Tenho que fazer alguma coisa.  Vou levá-lo ao médico”.
O médico prescreve umas gôtas nasais. Nos sentimos bem porque fizemos o que pudemos para ajudar nosso bebê. Infelizmente essas gôtas  não são necessárias, pelo contrário, são prejudiciais. O bebê não tem nenhuma deficiência no nariz. Essas gôtas são tóxicas. São tão tóxicas que o corpo pára de expulsar o muco dos pulmões e se concentra em expulsar as toxinas  das gôtas nasais. O nariz pára de escorrer e o muco volta para os pulmões. Olhamos para o nosso bebê e dizemos: “Sim, o remédio  funcionou. Meu bebê está bem agora.”
O que não sabemos é que o nariz parou de escorrer porque o organismo concentrou energia para eliminar as toxinas das gôtas. E que o nariz vermelho escorrendo não é tão perigoso quanto os pulmões cheios de muco e os efeitos das toxinas das gôtas no corpo.
Com o tempo,  as camadas de muco vão se tornando mais densas. Aí, cerca de 3 meses depois, o nariz  do bebê começa a escorrer  novamente. O que nós fazemos?  Nós pensamos, “está com coriza, é melhor ligar para o médico”. Levamos o bebê de volta ao médico que prescreve umas gôtas mais fortes, porque dessa vez  a quantidade de secreção é maior e mais concentrada e faz as amídalas ficarem inflamadas. A secreção também provoca rouquidão, porque percorre a traquéia, cobrindo as cordas vocais. O medicamento mais forte, geralmente um antibiótico, é tão tóxico que o corpo pára de se desintoxicar e passa a se concentrar nos danos dos remédios e antibiótico. Aí, o bebê não vai ficar doente por algum tempo, até que o corpo recupere a energia necessária e continue seu esforço para se desintoxicar.
Para acelerar a liberação das toxinas o corpo cria a febre. Febre não é simplesmente uma elevação da temperatura, e sim um complexo processo que requer tempo e energia para realizar o seu trabalho.
Para criar a febre, o corpo tem que trabalhar muito. O coração tem que bombear 20 a 30 vezes a mais sangue que o normal. Todas as glândulas hormonais performam um trabalho extra. É por isso que sentimos moleza no corpo. Para preservar a energia usada na digestão dos alimentos, o corpo cria a falta de apetite. A língua é revestida por uma camada de muco para que se perca o paladar; o nariz é congestionado para não sermos tentados pelo cheiro da comida; as amídalas ficam inflamadas para ficar difícil engolir qualquer coisa. O corpo precisa do jejum nesse momento, por isso se utiliza desses artifícios. 
O que acontece quando o corpo tem febre? Ele entra no processo de transpiração para que o muco saia através dos poros. Você se lembra daquele suor pegajoso e com um odor típico que acontece durante uma febre alta? A febre ajuda o muco a ficar mais fino e mais fácil de ser expelido. É quando o nariz começa a escorrer.
Infelizmente o que as pessoas fazem nessa hora é tomar aspirina. Para que tomar aspirina?  Não temos deficiência de aspirina. Temos que ficar na cama porque nos sentimos fracos. A reação do corpo contra a aspirina é que provoca a fraqueza, e não a febre em si. 
Para piorar a situação, quando nos sentimos fracos, comemos alimentos pesados, como sopa de frango, por exemplo. Não temos apetite. Nosso corpo está dizendo, “Não coma!” E ainda assim, pensamos que precisamos comer para nos recuperar mais rápido. Eu costumava agir assim com meus filhos. Eu dizia, “tome um pouco de sopa de frango, você precisa se alimentar para ficar bom logo”, ou então, fazia eles comerem algo que tivesse bastante calorias. Em reação ao ato de comer, na fase em que não devemos comer, o corpo ainda usa um último recurso que é o vômito. É como se estivesse dizendo “Não, não é isso. O que eu preciso é recuperar toda a minha energia para me curar”.
Se comemos quando o corpo está na fase do “não comer” o sangue tem que agir no estômago para processar a sopa de frango, usando a energia que era  necessária ao processo de desintoxicação e cura.   
O problema está em não cooperarmos com o nosso corpo. De não entendermos a sua linguagem.
A recuperação depois que usamos medicamentos, requer muita energia. Depois de uma crise dessas, a doença pode desaparecer por um longo período, só que isso não quer dizer saúde e sim que o corpo não está tendo energia para se desintoxicar. Ele precisa estocar mais energia para um outro processo de cura. Enquanto isso, o muco nos pulmões vai aumentando. O muco fresco tem a cor clara. O mais velho é amarelo, verde, laranja escuro ou marrom. Para eliminar esse denso muco, o corpo pode criar a pneumonia, num esforço heróico para se purificar. Isso requer ainda mais energia do que no processo de febre. É quando nos sentimos muito debilitados e a respiração fica difícil. Quando temos pneumonia, tomamos penicilina.
Isso faz parar a expulsão do muco e enfraquecer o corpo. Por muito tempo não vai haver desintoxicação, apenas fracas tentativas, como pequenos resfriados de vez em quando.
O corpo continua a estocar o excesso de muco nos pulmões até restar apenas 1/3 disponível, e a essa altura os pulmões dizem: “É demais. Preciso desse 1/3 para continuar respirando. Não posso viver com menos oxigênio do que isso. Como um recurso, o corpo começa a se utilizar de uma camada embaixo da pele, primeiro desenvolvendo uma irritação ou fazendo a pele ficar áspera. Depois, quando andamos, mesmo por pouco tempo, começamos a suar e o muco começa a sair através dos poros. Esse muco é ácido e causa uma irritação. Se você coloca umas gotas de limão na sua pele e esfrega, ela fica irritada e coça. Quando o muco ácido sai através dos poros, sentimos essa mesma sensação. Chamamos isso de alergia.
Por que a alergia acontece?  Porque temos uma grande quantidade de toxinas no nosso corpo. As pessoas dizem: "isso acontece quando como frutas ácidas”. Os cítricos apenas dissolvem as toxinas, fazendo elas passarem através da pele com mais rapidez. Sem dúvida, isso é bom para nós. Significa, na verdade, que temos uma quantidade enorme de toxinas e que precisamos eliminá-las.
Algumas vezes acumulamos tanto muco que desenvolvemos uma condição de respiração forçada, com dispnéia, que chamamos de asma. Não podemos respirar. Não temos oxigênio suficiente e fica difícil respirar porque estamos cheios de secreção.
Há ainda um pequeno espaço entre os ossos do seio da face e a testa. O muco estocado aí, perto do cérebro, causa dor de cabeça. É a chamada sinusite. Essa frequente congestão pode causar até tumores.  Aquele espaço não foi destinado a ser preenchido.
Podemos verificar quanto muco temos acumulado quando, por exemplo, damos uma corrida em volta do quarteirão. Normalmente o nariz começa a escorrer. Quanto maior a quantidade de muco, mais secreção é expelida pelo nariz. 
Da mesma forma, se você puder correr respirando apenas pelo nariz, pode dizer que seus pulmões estão limpos. Você já notou que os corredores de maratonas têm que cuspir quando estão participando de corridas? Eles comem sua comida cozida, com grandes quantidades de calorias, como arroz e purê de batatas, que são alimentos que formam muco, e pensam que estão fazendo uma dieta adequada. Conheço muitos crudívoros que correm e nunca têm problema de secreção. Eles não precisam cuspir e podem respirar pelo nariz. Eles têm oxigênio bastante para correr e ainda conversar ao mesmo tempo. Seus pulmões estão limpos.
Nosso corpo adora se purificar quando corremos. Somos animais destinados a pelo menos andar. Por isso é que temos uma quantidade limitada de depósitos de muco. Fomos criados para nos mover. Nós temos esse mecanismo. Quando estamos nos movendo e sacudindo, os pulmões começam a bombear e deslocar o muco para ser excretado.
Porém, se não corremos e raramente fazemos caminhadas, como podemos esperar que o muco seja deslocado? Em vez de ajudar o corpo na eliminação, interrompemos seu esforço e tomamos aspirina, quando temos coriza ou febre.
O corpo tem que estar preparado para receber a febre. Quando somos capazes de produzir realmente uma boa febre, devemos celebrar! Fique contente. O corpo se dedica a fazer de você uma pessoa saudável. Quando tiver febre, faça a sua parte apenas ficando sem comer. O apetite desaparece porque o corpo precisa desse tempo para se purificar; e volta naturalmente no tempo certo.
Quando eu era criança e tinha febre, nunca queria comer. Minha mãe sempre me dava leite quente e outras coisas que eu rejeitava. Lembro que quando eu tirava o cobertor, minha mãe dizia: "se cubra, você não pode tomar vento”. Minha mãe fazia o que ela achava que era o melhor para mim. Agora sabemos que o melhor a fazer é ouvir o nosso corpo. Você pode se cobrir se sentir frio ou abrir as janelas se sentir calor. Faça o que seu corpo tem vontade. Ele é claro com relação ao que quer. 
Para ajudar o corpo no seu trabalho, você pode fazer compressas, alternar banhos frios e quentes, deitar numa banheira.
Todos nós temos toxinas no corpo. Desintoxicar é o esforço que o corpo faz para se livrar das toxinas. Desintoxicar é imprescindível para nos tornarmos saudáveis.

Quais os Principais Sintomas da Desintoxicação? 

Antes de responder, quero contar uma estória para vocês. 
Quando trabalhei no Creative Health Institute (CHI), as pessoas que chegavam lá a procura de ajuda, ficavam hospedadas por 2 a 6 semanas para se desintoxicar e aprender o estilo de vida crudívoro.
Para resolver seus problemas de saúde, primeiro elas eram instruídas a fazer 2 dias de dieta com sucos, depois eram alimentadas com sucos de clorofila, grãos brotados e outros alimentos crus. Todos os dias elas se encontravam com os instrutores para discutir os sintomas da desintoxicação, que são os eventos normais que envolvem a cura.
Elas se queixavam de erupção da pele, dor de cabeça, diarréia, resfriado e fraqueza.  Havia sempre uma pessoa, em cada grupo, que não apresentava nenhum sintoma. Em vez de ser uma boa notícia, os instrutores sabiam que não ter sintomas de desintoxicação é um sinal de alerta.
Não ter sintomas de desintoxicação significa que o organismo não tem reservas de energia para criar uma situação de cura. Por isso é que desejo que vocês celebrem esses eventos. Quando adotamos a dieta crudívora, imediatamente devolvemos ao corpo a energia que lhe é própria para se curar, e entramos no processo de desintoxicação. Se isso não acontece, pode ser um sinal de algum problema. Por isso é bom estar alerta, preparado para viver a reação de desintoxicação do organismo.
Mesmo que você tenha os sintomas de desintoxicação num dia inconveniente, no trabalho ou enquanto participa de uma reunião ou numa viagem, não importa, seja grato. Se você tem sinais de desintoxicação, você deve celebrar. Sinta-se feliz! Comemore!
Quais são os sintomas mais comuns de desintoxicação?
75% das pessoas que adotam o crudivorismo, experimentam uma rachadura e inflamação nos lábios. Isso acontece porque a saliva se torna muito ácida, o que irrita os lábios e a gengiva. Os lábios ficam sensíveis e irritados. Não adianta lavar ou usar nenhum creme. A única coisa a fazer é esperar que a saliva volte ao normal. Quando você começa a dieta crudívora, seu corpo começa a se limpar liberando no sangue toda a sujeira acumulada. Isso cria uma situação de acidez, temporária. Por isso é que quando fazemos jejum, exalamos mau cheiro. Quando fazemos jejum ou mudamos nossa dieta de forma radical, nosso corpo cheira a amônia.
Um outro sintoma de desintoxicação é a fraqueza. Muitas pessoas experimentam algumas horas de fraqueza na primeira semana. De vez em quando nos sentimos tão fracos, de repente, porém essa sensação logo desaparece e passamos a ter mais energia do que nunca. A fraqueza aparece quando o corpo usa esse tempo e energia para limpar certos órgãos. De repente ele encontra um órgão que precisa ser trabalhado. Uma mensagem é enviada ao centro de energia e ele diz,  “ôpa, tem alguma coisa aqui. Preciso demorar um pouco mais nesse local e usar energia extra.” É assim que o corpo trabalha.
Um outro sintoma é dor de cabeça. Se você comeu muito açúcar branco na sua vida, tomou muito café ou sempre usava analgésico, provavelmente vai experimentar dores de cabeça. A dor de cabeça normalmente não dura mais que dois ou três dias, mas parece insuportável. Para lhe ajudar a se sentir melhor, deite, descanse, procure dormir, relaxe numa banheira de água quente ou faça uma lavagem intestinal. Pergunte a seu corpo “o que é que você precisa?” E ouça.
Nosso corpo divide as toxinas em grupos. Um grupo é eliminado através dos ouvidos, um outro é facilmente eliminado pelo nariz. Algumas toxinas só podem ser eliminadas através da pele, via suor. Quanto mais ácido o suor, mais persistente será a irritação. O que fazer para aliviar essa irritação? Entre numa banheira de água quente e transpire. Faça uma sauna. Quando fizer sauna, lembre-se de tomar banho depois para retirar do corpo o suor ácido. Tenho observado pessoas entrarem numa sauna e depois sentarem do lado de fora para secar. O corpo então, reabsorve as toxinas. Quando nossos poros estão fechados, a pele funciona como uma esponja, absorvendo tudo de volta. Por isso devemos tomar uma boa ducha depois da sauna, para retirar o suor e as toxinas. Água morna é melhor, porque os poros vão se abrir facilitando a saída das toxinas.
Uma outra forma de eliminação é a diarréia. Algumas pessoas têm diarréia, o que é muito bom. Certa vez rezei para ter diarréia e não tive. Um amigo meu não queria ter diarréia e teve muitas vezes, por seis meses. Queria ter diarréia porque eu tinha prolapso do cólon e soube que a diarréia faz o cólon se ajustar. Diarréia não é uma coisa ruim e nem sempre é causada por bactéria. Diarréia é causada pelo corpo tentando se purificar.
Quando você tiver sintomas de desintoxicação, a primeira coisa a fazer é entrar em contato com alguém da comunidade crudívora que tem mais experiência e que poderá lhe tirar algumas dúvidas. Esse contato é importante porque por mais que eu tente explicar, as pessoas muitas vezes entram em pânico, e é preciso estar confiante de que o caminho escolhido para ter saúde foi o caminho certo. Você pode ligar para um outro crudívoro. É fundamental ter alguém que possa lhe dizer que você está bem e que tudo o que está sentindo é normal no processo de cura.
Ao sentir um dos sintomas descritos, você deve levar em consideração fazer um jejum tomando apenas suco durante 24 a 48 horas. O jejum vai acelerar o processo de desintoxicação. Leia livros sobre o assunto, antes de decidir fazer jejum. Se você quiser fazer um jejum prolongado, vá a uma clínica especializada, que é a forma mais segura.

Texto extraído do livro Os 12 passos do Crudivorismo - Victoria Boutenko - editora Alaúde.
Fonte:  www.docelimao.com.br

01 maio 2011

-> Obesidade - falta de vitaminas?

FALTA DE VITAMINAS E MINERAIS, ENGORDA!

Desequilíbrio dos nutrientes
Muitos estudos comprovam que o organismo de pessoas obesas está mais deficiente em vitaminas e minerais do que organismo de pessoas não obesas, embora os obesos “comam” maior quantidade de comida.

Além da influência exercida pelas calorias da dieta (gordura, carboidratos e proteínas) no desenvolvimento da obesidade, estudos recentes provam que a influência exercida pelos nutrientes (vitaminas e minerais) na obesidade é ainda maior, ou seja,
“a carência de vitaminas e minerais  leva ao aumento de peso”.

Os minerais têm grande influência no aumento ou diminuição do peso, pois participam do metabolismo energético e na secreção e ação da insulina. O aumento da
resistência à insulina (é a resistência que a insulina encontra para levar a glicose sanguínea para dentro do músculo e do tecido adiposo para ser metabolizada, este desajuste pode levar a obesidade, diabetes, desordens da tireóide, aumento do cortisol (outro hormônio ligado à obesidade)) faz com que o obeso aumente de peso cada vez mais, aumentando a gordura visceral (barriga). Um dos segredos seria controlar a resistência à insulina através da alimentação adequada para repor as vitaminas e minerais, os quais diminuem a resistência à insulina, facilitando a perda de peso do obeso.

Por essas razões, é extremamente necessário que a dieta seja avaliada não só no contexto de calorias, mas dar atenção especial aos minerais principalmente àqueles que estão relacionados à obesidade e, portanto, ao aumento de peso, como o
cálcio, zinco, potássio, magnésio, selênio, iodo,etc.

A obesidade é carência nutricional!
E está associada à diminuição drástica nas concentrações de zinco, cobre, ferro e manganês em vários tecidos e órgãos.

Cálcio
A alta ingestão de
cálcio vindo da dieta está associado a menor peso corporal, pelo fato de o cálcio dietético prevenir a absorção e aumentar a excreção de gorduras através das fezes. Em contrapartida estudos demonstram que dietas pobres em cálcio, estimulam o aumento do cálcio dentro das células de gordura, levando ao acúmulo maior de gordura, evitando sua queima e, consequentemente, o aumento de peso. Trabalhos revelam que pessoas obesas têm maior concentração de cálcio dentro da célula do que pessoas não obesas, quando na verdade o mineral que deveria estar em maior quantidade dentro da célula para que a pessoa perca peso, é o magnésio.
           
Sintomas da falta de cálcio:
dentes frágeis, taquicardia, unhas frágeis e quebradiças, queda de cabelo, retardo do crescimento, depressão, eczema, osteoporose, irritabilidade, nervosismo, agitação, humor lábil, contrações contínuas, insônia, diminuição da memória, convulsões, pele seca, descamação e seborréia, tendência suicida.
Alimentos ricos em cálcio: brócolis, couve, couve-flor, ervilhas secas, sementes de gergelim, sementes de girassol, sementes em geral, tahini, grão-de-bico, castanhas, nozes.
  
Magnésio

O
magnésio é um mineral que, teoricamente, pode ter efeito antiobesidade. Uma das razões é porque forma sais com as gorduras no intestino e, dessa maneira, reduz o conteúdo de energia absorvível da dieta. A segunda razão é porque a carência de magnésio nas células pode levar à resistência à insulina e, como consequência, à obesidade. Portanto, um organismo bem nutrido de magnésio pode prevenir a resistência à insulina e à obesidade. 
   
A deficiência de magnésio na dieta diminui a ação da insulina. E a redução de magnésio dentro da célula leva à resistência à insulina, obesidade, hipertensão e diabetes mellitus. Além disso, a falta de magnésio aumenta a vontade de consumir doces e carboidratos, então procure saber, se não é isso que está fazendo você ter desejos por doces ou produtos de farinha. A falta de cromo e excesso de fungos, também aumenta a necessidade de doces e farinhas.
   
É muito importante que você conheça os fatores que estão dificultando seu emagrecimento. Definitivamente, é preciso entender,  que ter um balanço na ingestão de todos os alimentos leva ao emagrecimento. Nunca ingerir muito de um alimento e pouco de outro; dessa maneira o metabolismo fica lento e acumula gordura. Por essa razão, muitas pessoas conseguem perder peso só no início e depois “travam”. A monotonia alimentar é uma das causas, pois, se faltarem  nutrientes, o organismo não trabalhará ao seu favor e, então, não lhe dará o que você tanto quer: EMAGRECER.
Sintomas da falta de magnésio: depressão, aumento do colesterol, TPM, pressão baixa, hipotermia, hipertensão, distúrbio do aprendizado, eclâmpsia, aumento do risco cardíaco, do risco de trombose, do risco de agregação plaquetária, do aumento da LDL, do risco de câncer e aterosclerose, cãimbra, formigamento, contrações contínuas.
Ingira alimentos com alto teor de magnésio: grão-de-bico, abacate, aipo, alfafa, amêndoas, arroz integral, castanha-do-pará, semente de abóbora, maçã, peixe, salsa, tâmaras. Distribua-os durante o dia.
   
Zinco

O zinco é um mineral relacionado às alterações no metabolismo adiposo, na resistência à insulina e na obesidade. Este mineral tem importante papel na
regulação do apetite e no metabolismo da tireóide. Em roedores e humanos, a deficiência em zinco aumenta o apetite, ao passo que sua suplementação diminui o apetite. Além disso, a suplementação em indivíduos deficientes em zinco aumenta a massa magra corporal, enquanto a massa gorda, permanece estável ou diminui, dependendo do grau da deficiência inicial em zinco.
Sintomas da falta de zinco: queda de cabelo, retardo do crescimento, pele seca, depressão, acne, eczema, infecção, diminuição da testosterona, infertilidade masculina, esterilidade, diminuição da potência sexual, deslocamento de retina, artrite, hipocloridria, cirrose hepática, epilepsia, psoríase, manchas brancas nas unhas, tireóide lenta.
Ingira alimentos com alto teor de zinco: nozes, semente de girassol, castanha-do-pará, arroz integral, cereais integrais, feijões, lentilhas, soja, fava, frutos do mar e peixes do mar.

Todos os outros minerais e vitaminas têm fundamental importância no funcionamento do nosso organismo, principalmente na obesidade, esses são apenas alguns exemplos.

A DICA É
As deficiências nutricionais só ocorrem se você come mal, o que entra pela boca ou o que não entra pela boca é o problema. Você deve procurar ajuda de um profissional capacitado, para que saiba quais os nutrientes que faltam no seu corpo e, a partir da análise deste profissional, iniciar uma dieta equilibrada e específica para seu metabolismo.

-> Glúten - um vilão na perda de pêso?

Controlar o Glúten na Dieta Pode Ajudar a Emagrecer

Nutricionistas falam sobre as vantagens de reduzir o consumo 
de glúten na alimentação diária

O glúten é uma proteína encontrada em algumas farinhas e grãos
Os alimentos que contem glúten são aqueles feitos a partir de farinha de trigo, centeio cevada e aveia.
Por causa das pessoas portadoras da doença celíaca, uma hipersensibilidade ao glúten, por lei, todos os produtos indicam se ele tem ou não esta proteína.

Na hora de fazer a massa é ele que dá a liga. O glúten é uma proteína encontrada em algumas farinhas e grãos.

Mas muitos nutricionistas estão retirando o glúten da alimentação dos pacientes por outros motivos.


“Normalmente as pessoas vão em busca da perda de peso mas a gente consegue melhorar tantos outros sintomas, como a dor de cabeça, TPM, inchaço, tem gente que tudo o que come para no estômago e o intestino é irregular
.
Os gases somem praticamente, ela desincha por causa das alterações metabólicas que o glúten traz”, explica Diana Fonseca Cullon, nutricionista.

Você pode continuar comendo pães, biscoitos ou bolos. É só consumir produtos feitos com farinha de arroz, de mandioca, de milho ou de batata já existe até macarrão sem glúten no mercado.


Tudo que é feito a base de polvilho também não tem a proteína, como biscoitos e pão de queijo.


Na despensa de Lucia Helena Bessa, empresária, só entram produtos sem glúten.


“É um chocolate de soja e o biscoitinho que tem por dentro ele não tem glúten”, conta.


Ela aderiu à dieta para acabar com o stress e o cansaço e ainda conseguiu perder peso.


“Eu perdi quatro quilos e eu perdi medida. Estou no manequim 36. Eu tinha chegado quase no 40. Você tem humor melhor, você fica com mais disposição pra tudo”, afirma.


A nutricionista Patrícia Soares revela por que o glúten provoca tantos efeitos desagradáveis. 

Fonte: Jornal Hoje, edição do dia 23/02/2010


Veja o video:
www.youtube.com/watch?v=D_u7Zon12rE 
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Assista também a esse video:
www.youtube.com/watch?v=PBxdj4O1IfY



-> Frutose - o que é na verdade

FRUTOSE NÃO É AÇÚCAR DAS FRUTAS


Luiz Eduardo Carvalho
Professor da Faculdade de Farmácia da UFRJ
 
                        Foi na escola que eu (des)aprendi isso. Imagino que você também. A professora colocou na lousa: "Sacarose é açúcar de cana. Lactose é açúcar do leite. E Frutose é o açúcar das... ". Parece lógico. Frutose... só pode ser açúcar de frutas. Mas está errado. Aliás, duplamente errado. Dois erros: as frutas contém sim frutose, mas contém muitos outros açúcares, inclusive em quantidades bem superiores, inclusive glicose e sacarose. E, além disso, a frutose que é vendida purificada, isolada, em pó, nas farmácias brasileiras, essa é feita é de milho mesmo.
 
Doçura & Calorias

                        Frutose, é verdade, é bem mais doce que o açúcar comum, a sacarose. Alguma coisa em torno de 33% mais doce.  No entanto, fornece as mesmas calorias em cada grama. Ou seja, cada grama de frutose, ou de sacarose, tanto faz, fornece as mesmas 4 kcal.

                        Frutose engorda igualzinho à sacarose. O que a favorece, para quem se preocupa com o peso do corpo, é que, sendo uns 33% mais doce, basta colocar, no café, 25% menos do que se colocaria, normalmente, de sacarose. Assim, adoçando com frutose, é possí-vel ingerir 25% menos calorias. Pode ser aritmeticamente atraente.  Contudo, não vai garantir emagrecimento não, a menos que muitas outras dolorosas e amargas provi-dências dietéticas sejam adotadas simultâneamente. Mas isso já é outro assunto. Vol-temos à frutose...
 
Diabéticos

                        Diabéticos não devem ingerir açúcares de rápida absorção pelo intestino, que demande insulina imediata, como é o caso da sacarose. Os EEUU têm defendido, junto à Orga-nização Mundial da Saúde (OMS), que a frutose pode  sim ser ingerida por diabéticos, sem riscos. Não deve ser mera coincidência o fato dos EEUU serem donos da patente da fabricação industrial da frutose (que não é extraída de frutas, mas sim feita de milho).

                        A pretensão norte-americana é firmemente combatida pelos países europeus, princi-palmente pelos escandinavos que, vale ressaltar, são, por sua vez, os detentores das patentes de fabricação de xilitol, sorbitol e manitol. Ou seja, de substâncias também usadas como adoçantes em produtos para dietas de diabéticos.

                        Os EEUU rebatem, afirmando que esses adoçantes escandinavos são laxantes, o que é também verdade. E a polêmica, onde o interesse comercial parece moldar o argumento científico, continua.
 
O nome das coisas

                        A glicose é também conhecida como dextrose. Principalmente nos livros acadêmicos de Food Science. Ali, a frutose tende a perder esse nominho associado com frutas. Ali, a nomenclatura que emerge é levulose.

                        Como bem sabemos, as coisas, as substâncias, os eventos, e mesmo as pessoas, eles não têm nome. O nome é uma coisa inventada pelo cérebro humano. O nome não é exatamente a coisa. O nome, muitas vezes, é menor que a coisa. E a coisa deixa de ser a coisa para ser o nome. Temos aqui mais um exemplo desse fenômeno.

                        A frutose é encontrada sim nas frutas e no mel. E a lactose é encontrada no leite. Mas nem todo açúcar de frutas é frutose. E nenhuma frutose disponível no mercado parece extraída do mel ou sequer de frutas, mas apenas do milho, apesar das informações difusas nos rótulos laterais desses produtos.
 

Milho, milho

                        Imagine o milho. Ele vira fubá. O fubá tem amido. Mas tem também fibras e algo em torno de 10% de proteínas.  Então esse fubá é refinado, para chegarmos ao amido. Pronto. Esse produto todo mundo conhece. Ele está no mercado. E seu nome já não é exatamente amido de milho, sendo popularmente conhecido por Maizena.

                        O amido, quimicamente, é apenas uma longa cadeia de moléculas de glicose. Então, esse mesmo fabricante pega esse amido refinado e, com ácido clorídrico, pressão e calor, quebra essa longa cadeia, formando um xarope contendo essas moléculas de glicose. Parece complicado. Pode parecer estranho. Mas não. Em verdade, estamos falando de uma coisinha muito familiar: esse xarope está no supermercado, dentro de uma garrafa, parecendo  mel, e rotulado como Karo.

                        Desse xarope de glicose, a indústria, por novos processos químicos ou enzimáticos, chega enfim à frutose. Ou seja, a frutose é feita, industrialmente, da glicose, que é feita do amido, que é tirado do fubá, que um dia foi milho. Nada a ver com as cerejas e o mel que os fabricantes de frutose colocam coloridamente em seus rótulos.